PNL Perguntas frequentes

O que é Neurolinguística?

Sendo difícil fazer uma síntese, pode dizer-se que a Neurolinguística estuda o ser humano, estuda a excelência do ser humano no que quer que ele faça. Numa definição técnica, é o estudo da estrutura da experiência subjectiva do ser humano. 

Em termos práticos o que quer dizer isto?

Digamos que se refere à forma como funciona em termos de estrutura de pensamento, o nosso cérebro, como fazemos para ficarmos alegres, tristes, para nos decepcionarmos. Refere-se à forma como estruturarmos o nosso amor próprio, por exemplo. A Neurolinguística ensina o ser humano a usar os recursos que ele tem em seu próprio benefício, para ser mais feliz e realizado no expoente máximo da palavra, sendo uma influência positiva no sistema no qual ele opera, família,  trabalho, amigos.

A PNL pode tratar um a fobia?
Pode. Alias a Programação Neurolinguistica tem exercícios especificos para tratar e mais do que isso, eliminar uma fobia. A PNL parte do pressuposto que uma fobia é uma medo que foi aprendido, daí que da mesma forma qu o seu cerebro aprendeu uma fobia, pode reaprender a não a ter mais. Isto dá-se através do processo de aprendizagem.

Como se dá o processo de aprendizagem no indivíduo?

A Neurolinguística propõe uma teoria sobre a aprendizagem que leva em conta o facto de que o ser humano não vive no mundo que o cerca, mas na representação desse mundo. É o que ele vê, o que ouve e o que sente.

Segundo essa teoria, o ser humano recebe e processa as informações, sendo que algumas variáveis interferem nesse processamento. Uma vez que processa as informações, ele monta uma representação daquilo que viu ou ouviu e é com base nessa representação que age.

São muitos os factores que influenciam o processo, a começar pelos objectivos que cada um tem. Segundo a Neurolinguística, o sistema de crença e de valores que a pessoa tem, e que é desenvolvido na criança basicamente até os sete anos, influi muito na forma como o ser humano processa as informações que recebe.

O mapa que a pessoa faz sobre o mundo externo é formado com informações visuais, auditivas e sentimento das sensações, chamado de cinestésico. Ninguém é visual, é auditivo ou é cinestésico. É a soma dos três. Eventualmente, pelo meio em que viveu ou pela educação que recebeu, desenvolve mais um que outro. Mas pode funcionar visualmente agora, dentro de dez segundos, mudar e vir a funcionar de modo mais cinestésico.

Explicando melhor, segundo a Neurolinguística, funcionar visualmente, por exemplo, é prestar mais atenção na parte visual da experiência que se vive em determinado momento, da experiência interna, principalmente, e isto acarreta diversos reflexos. As palavras que serão utilizadas para exprimir tal experiência vão reflectir esse funcionamento visual. Nesse caso, ou em qualquer dos outros sistemas, existe uma parte do cérebro que fica mais irrigada e se aquece mais.

Então, se o indivíduo está a funcionar mais visualmente, ele tende a usar mais palavras como "fotografia", "ponto de vista", "nitidez", "é claro que estou certo", "a vida é colorida", etc. Se ele está a funcionar mais auditivamente, tende a usar palavras como ritmo, gravidade, resposta, que são palavras auditivas. Se está a funcionar mais de modo cinestésico, ele tende a usar palavras como " sentir, choque e impacto". Há também as palavras chamadas de “inespecíficas”, como a palavra pensar, que permitem que tanto o emissor quanto o receptor utilize o sistema que mais adequado for naquele momento.

Então, quer dizer que qualquer pessoa pode aprender qualquer coisa?

Aprender determinada matéria nas escolas, onde tradicionalmente a percentagem de resultados é baixíssima, nomeadamente, Matemática ou Físico-química, com menor ou maior facilidade é visto pela Neurolinguística como sendo uma área onde se pode fazer francos progressos. Na verdade, a experiências noutros países que passaram por situações semelhantes, a aplicação de métodos de aprendizagem mais rápida e eficiente através da PNL foi de tal forma relevante que surpreendeu as melhores expectativas dos directores. Assim sendo, é relevante a forma como podemos melhorar os resultados nas nossas escolas sendo que vai trazer esperanças para muitos alunos que se considerem um fracasso na matéria.

Segundo os especialistas, ocorre muito frequentemente o facto de um estudante sair-se bem num ano porque teve um professor que explicava mais visualmente e ele gostava, talvez porque funcione mais visualmente. No ano seguinte ele tem um professor que ministra a aula mais cinestésica de Matemática. Mas a estratégia de funcionamento interna para entender Matemática é ver.

As pessoas que fazem equações numéricas com muita rapidez, vêem os números e têm a sensação de que o resultado está certo ou não, usando os três sistemas. Quem faz este tipo de equação utilizando os dedos, hábito que indica um funcionamento auditivo que  por sua vez é ineficiente para fazer cálculos matemáticos.

Segundo a Neurolinguística, o indivíduo utiliza uma forma de entender a realidade porque aprendeu assim, mas há formas de mudar isso, porque o cérebro sempre faz o melhor que pode, desde que tenha essa opção. E só não se utiliza de determinada informação se não a possui. A partir do momento em que aprendeu, passa a utilizar o que for melhor para ele sempre e quando não faz é só porque não tem opção.

Na grande maioria das escolas da U. E. já se utilizam as técnicas da Neurolinguística nas salas de aula. Em países como, Espanha, Inglaterra, Holanda, Irlanda entre muitos outros. Em muitos desses países, a maioria dos professores e directores já conhece e se utiliza das técnicas como forma de facilitar o processo ensino e a aprendizagem
 

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